Vai dizer que estes meus maninhos não poderiam ser atores, com essas carinhas cheia de expressões.

Afonsão com olhar carente.



Já a Nalda parece estar querendo um pouco de tranquilidade.

O Martin é invocado e pergunta: Tá olhando o que?

A Xuxa parece estar pensando na vida.

Vitória com olhar de assustada.

Se souber de um estúdi precisando de atores, me avisa, auau.

Mesmo não tendo um animal de estimação, não quer dizer que você não gosta, não é? Todo mundo pode apoiar a causa contra a violência a animais.


Basta entrar no site Animals Matter to Me e preencher o abaixo assinado que promove a criação da Declaração Universal de Bem-estar dos Animais pela ONU.

O site tem notícias atualizadas, banners da campanha e claro, uma linda galeria de bichinhos.

Vai lá. Assina também.

Achei esses gráficos que mostra a real idade do seu bichinho. Quem sempre multiplicou a nossa idade por 7 está enganado. Esse valor pode variar de acordo com o nosso tamanho e onde vivemos. Olha aí.
Idade dos gatos.


Idade dos cachorrinhos.

Esse é um inverno que está muito gelado, e nós bixinhos também sofremos com essa época do ano. Li no blog Animais & Cia essa matéria que coloquei abaixo. Saiba como tomar cuidados.

"A época fria do ano chegou, alterando a rotina dos bichos de estimação e de seus donos. Como os seres humanos, os animais sofrem com as baixas temperaturas e com uma doença típica da estação: gripe.

No mundo canino, ela é chamada de traqueobronquite infecciosa canina (ou tosse dos canis). É a doença de maior incidência nesta época do ano. Para gatos, o nome do perigo é rinotraqueíte. A transmissão se dá por via respiratória, sempre entre seres da mesma espécie. O tratamento é simples, estruturado em analgésicos e anti- inflamatórios.

Atenção aos sintomas. Se o pet apresentar tosse seca, como se fosse engasgar, nariz escorrendo, infecção ocular, falta de apetite e está quieto demais, provavelmente ele está gripado.

Gripe hoje não causa maiores preocupações. “Existem vacinas que protegem os bichos por um ano”, diz a veterinária Fernanda Dutra Nicacio, 24. A primeira imunização exige uma segunda aplicação, que é feita 21 dias depois da primeira dose.

Há dois anos, a gerente administrativa Ana Paula Quiñones, 26, viu suas duas cadelas ficarem gripadas ao mesmo tempo. Luna, uma golden retriever, caiu doente dias depois que a pinscher Pepe apresentou os sintomas. “Percebi que algo estava errado quando ficaram quietas por dois dias e tossiam com frequência. O veterinário me explicou que elas deviam ter contraído o vírus de cães que vivem soltos nos arredores”, conta. Vacinada, a dupla não teve mais gripe.

Campanhas de prevenção tentam atingir um público que ainda carece de informação, como o bancário Márcio Campanelli Moreira, 34. Suas duas cadelas bichon frisé, Daphne e Emily, não estão protegidas contra a gripe. “Eu nem sabia dessa vacina.”

Já levar os pets para passear no inverno pode ser um drama. Ventos frios, chuva e poças d’água são fatores que fazem qualquer um repensar um passeio. “O uso de roupinhas é recomendado”, diz a veterinária. “O ideal é passear em lugares onde o contato com outros animais é zero e nos horários mais quentes do dia.”

Os pelos são a proteção natural dos animais e contribuem para que os bichos sintam menos os efeitos do frio. A bancária Mari Lídia Mattos, 43, teve de levar a lhasa apso Nina para tosar depois que seus pelos ficaram embaraçados. “Dias depois o frio chegou para valer e agora ela está sofrendo bastante, pois não gosta de usar roupinhas”, relata.

Para os animais, a tosa é uma questão de saúde. Mesmo com as temperaturas baixas, deve ser feita como em qualquer outra estação do ano. “Há quem pense que colocar uma roupa resolve o problema depois de um corte rente ao corpo”, afirma o veterinário Marcelo Luiz, 39. “Deixar a veste por semanas resulta em embaraços, focos de bactérias.”

Tal conduta pode gerar infecções. As roupinhas são aconselháveis, mas, antes de dormir, as peças devem ser retiradas e o pelo do animal, escovado, para evitar que fique embaraçado.

Marcelo constata em seu pet shop, no Morumbi, que no inverno aumenta a opção pela tosa higiênica. “É a mais indicada. Além de acertar os pelos, ela garante a higienização de patas (unhas), ouvidos e genitais.” Outra opção é o corte com tesoura para quem aposta no visual típico das raças.

Verdades e mitos - Banho, sim ou não? “A frequência de banhos até aumenta no inverno”, diz a veterinária Cristiane de Brito, 26. O segredo é não deixar os pets molhados para evitar fungos. Cuidado na hora de secar. Os secadores para cabelos podem queimar a pele dos bichos. Nos pet shops, há equipamentos com jatos de ar quente e com pressão para retirar toda a água. Há a opção do banho seco, com sprays e lenços umedecidos.

Gripe suína x pets - Segundo o veterinário Marcelo Luiz, o vírus que deixa o planeta em alerta não representa ameaça aos pets: “Cães e gatos só são infectados por agentes contraídos de seres da mesma espécie”. (Fonte: Folha Online)"





Aqui é casa de tricolor. O Juremir sabe bem disso e vestiu a camiseta.

Nós bixinhos precisamos de cuidados, e um deles, muito importante, são as vacinas.

Essa reportagem que eu copiei da Folha Online explica tudo bem direitinho. Olha aí.

Lembre-se: não basta vacinar o seu cão apenas quando ele ainda é um filhote. É preciso renovar a proteção do animal para que seu bichinho não fique vulnerável às doenças.

Veja abaixo quando cada vacina deve ser aplicada.

Múltipla (V8 e V10)
É uma vacina muito importante. Protege contra doenças como:
- Cinomose: um vírus que causa inicialmente diarréia, vômito e falta de apetite. Quando evolui para o pulmão, pode causar pneumonia. A última etapa é a fase neurológica, que causa convulsões e alterações neurológicas, como tiques e espasmos. Pode ser fatal
- Parvovirose: um vírus que causa crises de diarréia e de vômito muito intensas, com perda de sangue. Como destrói agressivamente a camada interna do intestino, os animais desidratam e acabam morrendo rapidamente
- Leptospirose: é causada por água contaminada. Os sintomas são emagrecimento, vômito e diarréia. A urina pode ficar mais escura
- Hepatite: causada por vírus. Entre os sintomas estão vômito, diarréia e aspecto amarelada na pele, na mucosa da boca e nos olhos
- Coronavírus: causa diarréia
- Adenovírus: pode causar infecções intestinais brandas
- Influenza: é como o vírus da gripe e causa problemas respiratórios
Primeira dose: quando o animal tem cerca de 45 dias de vida
Outras doses: aos 75 e aos 105 dias
Reposição: um ano depois da terceira dose e anualmente até o fim da vida do animal

Giárdia
A vacina protege contra a giárdia, causada por um protozoário. Ela pode ser transmitida do animal para o homem e vice-versa. Pode ser contraída por ingestão de água contaminada ou por meio de contato com as fezes de outro cão ou gato. Com a vacina, o animal pode até se infectar, mas não desenvolve a doença nem contamina o ambiente. Os sintomas são infecção gástrica e de intestino, vômito e diarréia
Primeira dose: a partir dos 45 dias
Outra dose: 30 dias depois da primeira
Reposição: uma vez por ano

Traquibronquite
É causada por uma bactéria. Ocasiona inflamação da traquéia, atinge os brônquios e pode levar à pneumonia. É infecciosa, conhecida como "tosse dos canis". Quando há um cão doente, todos os outros que convivem com ele podem pegar a doença. Cachorros doentes podem ter queda na resistência, o que pode causar ainda outros problemas. Há dois tipos de vacina: a líqüida, que se aplica dentro do nariz, e a injetável
Primeira dose: quando o animal ainda é um filhote
Outra dose: a intranasal tem aplicação única. A injetável deve ser reaplicada após 30 dias
Reposição: é injetável e feita uma vez por ano

Raiva
A vacina contra a doença é exigida por lei. Todo animal precisa tomar anualmente
Primeira dose: a partir dos 4 meses de vida
Reposição: todos os anos

Importante

- Nenhuma vacina pode provocar vômito e diarréia
- Os sintomas são, em geral, dores no local. Febre e mal-estar podem acontecer em alguns casos
- Se o animal tiver outro sintoma, leve-o ao veterinário. Ele pode estar manifestando uma doença que já estava incubada
- Reações alérgicas podem acontecer. Os sintomas são rosto inchado e coceira
- Quando o animal ainda é filhote, é preciso esperar ao menos uma semana, após a última dose, para expor o cão ao convívio com outros bichos. Esse é o tempo necessário para que a vacina faça efeito

Fontes: Paulo Sergio Salzo, veterinário de pequenos animais da Universidade Metodista de São Paulo, e Fernanda Fragata, veterinária do Hospital Sena Madureira.

A Betina chegou aqui em casa bem pequeninha.

E desde cedo mostrou que gostava de morder.

E logo ela foi crescendo, dando sinais de que não seria pequeninha.

E hoje ela está grande, saudável e bonitona.

Esse é o Afonso dando um oi pro pessoal de casa.

Anda tão frio aqui em casa que cada um arranja uma maneira de se esquentar.
O Alemão resolveu usar uma almofada pra se proteger.

A Madalena, Joaquim, Juremir e Beatriz bateram o recorde de gatos em uma mesma cesta.


Já a Betina aproveita pra brincar no sol.
Tudo pra ficar bem quentinho.